Hacking

Entendendo os Sniffers

Sniffers são utilitários que você, pode usar para capturar e escanear tráfego movendo-se através de uma rede. Sniffers são uma categoria ampla que engloba qualquer utilitário que tenha a capacidade de executar uma função de captura de pacotes. Independentemente da construção, os sniffers executam sua função de captura de tráfego, ativando o modo promíscuo na interface de rede conectada, permitindo assim a captura de todo o tráfego, quer este tráfego seja ou não destinados a eles. Uma vez que uma interface entra no modo promíscuo, ela não discrimina entre o tráfego que é destinado ao seu endereço; Ele pega todo o tráfego na linha, permitindo que você capture e investigue cada pacote.

Sniffing pode ser ativo ou passivo. Tipicamente, o sniffing passivo é considerado ser todo o tipo de sniffing onde o tráfego é olhado mas não alterado em nenhuma maneira. Essencialmente, o sniffer passivo significa apenas ouvir. No sniffing ativo, não só o tráfego é monitorado, mas também pode ser alterado de alguma forma, como determinado pelo atacante.

Quando em uma rede comutada, sua captura de tráfego é limitada ao segmento que você está conectado, independentemente do modo de sua placa de interface. Basta lembrar que para que seu sniffer seja eficaz, sua placa de interface deve estar em modo promíscuo. (mais…)

O processo de footprinting

Existem muitos passos no processo de footprinting, cada um irá produzir diferentes tipos de informações. Lembre de armazenar cada pedaço de informação que se coleta, não importa o quão insignificante ele possa parecer neste momento.

Alguns deles são:

  1. Sistemas de busca
  2. Google Hacking
  3. Sites públicos e restritos
  4. Localização e geografia
  5. Coleta de informações em redes sociais
  6. Echosec
  7. Serviços financeiros
  8. Sites de empregos
  9. E-mails
  10. Análise competitiva
  11. Obtendo informações de rede
  12. Engenharia social

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Footprinting

Footprinting é um primeiro passo vital no processo do pentest porque permite a coleta de informação, passiva e ativamente, sobre o seu objetivo que será avaliado. Passar uma boa quantidade de tempo aprendendo sobre o seu alvo antes de começar a ataca-lo, vai permitir ações mais precisa e produtivas. Além disso, levar mais tempo para obter informações e planejar seus próximos passos permitirá que você seja mais furtivo ao invés de correr de cabeça no processo.

Esta é a primeira fase de um processo de ethical hacking e veremos mais detalhes nesta postagem. Esta fase consiste na coleta de informações de forma ativa e passiva sobre o alvo. O objetivo é coletar o máximo de informações úteis sobre o alvo para que os ataques sejam realizados de forma mais precisa. O resultado final deve ser um perfil do alvo que é uma imagem aproximada mas que fornece dados suficientes para planejar a próxima fase de scanning.
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Fases de um pentest

Uma metodologia refere-se aos passos executados por um atacante em relação a um computador na rede, por exemplo. Não existe uma fórmula mágica e fixa, já que varia de acordo com o atacante. O que veremos nesta postagem é uma abordagem genérica para um teste de invasão, que pode ser usada por um hacker convencional ou um hacker ético.

Os passos, de forma geral, são os seguintes:

  1. Footprinting
  2. Scanning
  3. Enumeration
  4. System hacking
  5. Escalation of privileges
  6. Covering tracks
  7. Planting of backdoors

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Hacker… Ético?!?

Hacker é um dos termos mais incompreendidos na indústria da segurança. Todos, desde o noticiário aos filmes de Hollywood e o resto da da mídia usam o termo frequentemente. Graças ao uso excessivo do termo e do fato de que é quase constantemente ligado às atividades que são obscuras ou mesmo de natureza criminosa, o público em geral olha para qualquer um com o rótulo de hacker como alguém que não é boa pessoa. Hackers são vistos como aqueles que operam nas sombras, anti-social e anti-autoridades, em muitos casos. Outros membros públicos chegam a dizer que os hackers são como os novos ativistas sociais políticos, governamentais, de grandes corporações, e outros tipos de ativistas.

Hackers também começaram a perceber que é possível usar suas habilidades para gerar dinheiro de muitas maneiras interessantes. Por exemplo, os atacantes usaram técnicas para redirecionar navegadores da Web para páginas específicas que geram receitas para si próprios. Outro exemplo é um spammer enviar milhares e milhares de mensagens de correio eletrônico que anunciam um produto ou serviço. Como o envio de e-mail em massa custa pouco, isto leva apenas um pequeno número de compradores para conseguir fazer um bom lucro.

A área de TI, em especial a de Segurança, muda rapidamente. Nesta área, os atacantes e defensores estão em uma luta constante para ganhar o domínio. Pois os invasores tornaram-se altamente flexíveis e adaptáveis, então, como um hacker ético, você também deve ser. Sua capacidade de pensar fora da caixa irá te ajudar bem como você imaginar novas estratégias e possíveis ataques antes que eles sejam usados contra você. (mais…)

Atacando redes wifi com Aircrack-ng protegidas com criptografia WPA e WPA2

Vimos na postagem anterior como a criptografia WEP é fraca e podemos quebrar a criptografia, obtendo a chave de proteção com o Aircrack-ng.

Nesta postagem iremos ver como fazer para entrar em uma rede protegida com WPA e WPA2.

Wi-Fi Protected Access (WAP)

Assim que a fraqueza do WEP veio à tona, um sistema de segurança wireless mais robusto foi necessário e foi desenvolvido para trocar o WEP, o que ultimamente veio se tornar WPA2. Entretanto, a criação de um sistema criptográfico seguro para wireless levou tempo e neste meio tempo, mais segurança foi necessária para ser compatível com o hardware utilizado. Então, Wi-Fi Protected Access (WPA), também conhecido como Temporal Key Integrity Protocol (TKIP), nasceu.

WPA usa o mesmo algoritmo que o WEP (RC4), mas procura endereçara fraqueza do WEP adicionando aleatoriedade na keystream aos IVs e integridade para o ICV. Diferente do WEP, o qual usa uma chave de 40 ou 104 bits combinado com IVs fracas para cada pacote, WPA gera uma chave de 148 bits para cada pacote garantindo que cada um deles seja criptografado com uam keystream única. (mais…)

Cross-Site Scripting (XSS): Entendendo o conceito e seus tipos

Talvez a vulnerabilidade de segurança de aplicações web mais comum e mais debatido é Cross-Site Scripting (XSS). Quando tais vulnerabilidades estão presentes, os atacantes podem injetar scripts maliciosos em um site inofensivo de forma que seja executado no navegador do usuário.

Ataques XSS são geralmente divididos em duas categorias: persistente (ou armazenado) e não-persistente (refletido). Ataques XSS persistente são armazenados no servidor e executado sempre que um usuário visita a página onde o script está armazenado. Fóruns de usuários, comentários e outros locais onde os usuários podem salvar entrada que serão exibidas para outros usuários são locais ideais para esses tipos de ataques. Ataques XSS não-persistentes não são armazenados no servidor, mas são criados através do envio de solicitações com o próprio ataque XSS. Os ataques ocorrem quando o input do usuário é incluído na resposta do servidor, por exemplo, em mensagens de erro ou resultados de pesquisa.

Ataques XSS não-persistentes dependem de um usuário enviar um pedido com o ataque XSS incluídos na solicitação, portanto, provavelmente haverá algum tipo de engenharia social para o ataque também. Na verdade, ter XSS pode realmente aumentar o sucesso de um ataque de engenharia social, porque você pode criar uma URL que faz parte de um site de verdade, o qual o usuário conhece e confia em usar, e o XSS será usado para, por exemplo, redirecionar o usuário para uma página maliciosa. Como os outros ataques discutidos nesta postagem, ataques XSS devem contar com uma falta de atenção no saneamento do input do usuário, o que nos permite criar e executar um script malicioso. (mais…)

Escaneando portas com Nmap

Nmap é uma ferramenta muito conhecida pelo o que faz: port scanning. Seu manual pode ser um pouco assustador devido aos diversos comandos e a capacidade que esta ferramenta tem de trazer informações sobre um host.

Firewalls com sistemas de detecção e prevenção de intrusão podem identificar os pacotes enviados por ele, sendo assim você não conseguirá obter muitos resultados. Você pode ser contratado para fazer um pentest em um range de hosts e não conseguir identificar nenhuma máquina online, e isto provavelmente será porque você está sendo bloqueado por um firewall. Por outro laod, o resultado de seu escaneamento acusará que as máquinas estão respondendo e achará diversas portas abertas. (mais…)

EXIN Fundamento de Ethical Hacking (EHF) – Guia de Preparação

A tecnologia da atualidade está se movendo rapidamente e mudando a forma de fazermos negócios. Por padrão, as empresas digitalizam todas as informações, armazenam seus dados na nuvem e usam software de código aberto. Isso levanta questões de segurança de informações relacionadas com a infraestrutura da rede e do sistema. O propósito do Ethical Hacking é o de avaliar, de maneira legal, a segurança de um sistema ou rede de computador por meio da descoberta e exploração das vulnerabilidades.

O módulo Fundamentos de Ethical Hacking EXIN abrange as etapas básicas do Ethical Hacking: coleta de itens de inteligência, varredura de redes/sistemas de computador e invasão de sistemas. Os candidatos deverão estar muito conscientes da diferença entre o hackinglegal e ilegal, bem como das consequências de seu uso indevido.

Mais detalhadamente, o candidato desenvolverá uma compreensão dos seguintes tópicos:

  • Detecção de rede (coleta de informações a partir do tráfego de rede)
  • Cracking (Quebra de códigos) de uma chave WEP e WPA(2) a partir de uma rede sem fio
  • Varredura da vulnerabilidade da rede
  • Invasão básica em sistemas de computador
  • Cracking de senhas
  • Hackeamento baseado na web, contendo Injeções SQL (SQLi), Scripts Cruzados entre Sites (XSS), Inclusões de Arquivos Remotos (RFI)

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Pesquisadores mostram os carros “mais hackeáveis” na Black Hat 2014

Relatório que será apresentado na conferência em Las Vegas ‘dedura’ os veículos mais vulneráveis a um ataque via Bluetooth ou aplicações mobile on-board

Um relatório a ser apresentado esta semana na Black Hat USA, em Las Vegas, promete detalhar os carros mais vulneráveis a um ataque hacker via Bluetooth ou através de aplicações de telefonia móvel on-board. Os pesquisadores Charlie Miller e Chris Valasek, que no passado já liberaram outros relatórios sobre veículos mais vulneráveis, pretendem apresentar um update do relatório mostrandos os carros mais seguros e os menos inseguros.

“Um atacante malicioso se aproveitando de uma vulnerabilidade remota poderia fazer qualquer coisa, desde habilitar um microfone para escuta até mudar a direção ou desabilitar os freios”, alertam os pesquisadores. (mais…)

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