CIOs: como limitar os riscos de suas empresas?

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Havia uma lacuna visível no chão durante o 9º anual MIT Sloan CIO Symposium, em 22 de maio. Não uma lacuna física correndo pelo centro do auditório, mas uma lacuna filosófica entre os acadêmicos e os CIOs.

A força que representou os acadêmicos foi Joichi Ito, diretor do MIT Media Lab, responsável por deixar 1.000 projetos de inovação florescerem, glorificando o sucesso de poucos, enquanto cortava as falhas de muitos em um estágio inicial.

“Agilidade bate a estratégia”, disse Ito, que exortou os CIOs a ajustarem seus projetos às novas condições, em vez de bloquearem uma estratégia e, então, construirem uma plataforma de tecnologia para atender seus objetivos.

Então você tinha os CIOs do outro lado, executivos de empresas como a Accenture, Time Warner e Workday que precisam aplicar a tecnologia aos planos de negócios. Estes são os tipos de pessoas que precisam convencer CEOs e CFOs de o porquê a computação em nuvem é (ou não) a solução certa para suas empresas. É convencer de o porquê a filosofia BYOD (traga seu próprio dispositivo) vale a pena, mas somente se as barreiras de segurança, conformidade e privacidade poderem ser superadas. Por vezes, nas palavras do presidente sênior da Booz Allen Hamilton, Thomas Sanzone, manter sistemas legados é uma boa opção porque os custos de desenvolvimento têm sido depreciados e os sistemas estão funcionando bem para os postos de trabalho para os quais foram destinados.

“Você tem dólares operacionais e doláres de investimento”, diz o CIO da Accenture, Frank Modruson. “É preciso minimizar os dólares operacionais e maximizar os dólares de investimento.”

Os CIOs são os executivos que devem tomar o pulso das suas empresas e indústrias e aplicar os dólares de investimento limitados em projetos de tecnologia que irão produzir o maior estrondo.

Ao invés de embarcar em 1.000 projetos para ver qual deles vai dar certo, é preciso limitar os riscos de suas empresas com a melhor chance de produzir os maiores retornos – aqueles que dirigem a maior parte da receita e fazem o máximo para aumentar a satisfação do cliente ou reduzir atritos nos negócios. Quando um CEO foi perguntado onde ele gostaria de investir os dinheiros adicionais de tecnologia os melhores exemplos vieram do executivo da Zipcar, Scott Griffith, um forte defensor do investimento em tecnologia voltada para o cliente.

Ele disse que mais da metade da empresa e interações com os clientes agora tem lugar em smartphones. Minerar e analisar os dados vindo desses dispositivos e de outras interações é crítico para a Zipcar competir, assim como a Hertz e Avis também fazem no mercado de partilha de carro.

Fonte: Information Week

Sou bacharel em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (Alagoas), especialista em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela Univ. Gama Filho (UGF) e pós-graduando em Gestão da Segurança da Informação pela Univ. do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Tenho interesse por todas as áreas da informática, mas em especial em Gestão, Segurança da Informação, Ethical Hacking e Perícia Forense. Sempre disposto a receber sugestões de assuntos para criar uma postagem.

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