história

“Jamais ganhei muito dinheiro com ele”, desabafa “pai” do mouse, 40 anos após a criação

BRUNO DE OLIVEIRA
Colaboração para a Folha Online

1968 foi o ano em que um ex-combatente da Segunda Guerra apresentava ao mundo uma de suas maiores invenções: o mouse, um dispositivo que estreitaria a relação entre o homem e os computadores.

Quatro décadas e algumas invenções depois, o engenheiro Douglas Engelbart, 83, ainda se mostra entusiasta da informática, feliz com o reconhecimento adquirido no meio científico, mas ressentido por não ter lucrado “o bastante” com sua invenção mais popular. “Eu era inocente, um garoto do campo. Jamais ganhei muito dinheiro com ele.”

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