Veja 7 dicas para turbinar a carreira de web designer

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São Paulo – A carreira de web designer, profissional que cria páginas de internet com enfoque no desenvolvimento do visual do site, ainda é bastante promissora e o mercado possui grande demanda por profissionais bem qualificados e atualizados.

Segundo Celso Fortes, consultor em comunicação digital e diretor de criação da agência de publicidade digital Novos Elementos, o profissional de web designer ainda é muito procurado por causa da demanda de trabalhos e o constante lançamento de novas mídias, como TVs conectadas (SmartTVs) e a criação de novos dispositivos móveis, que requerem a adaptação das atuais páginas da internet.

“É um setor promissor, desde que o web designer entenda que a profissão requer a reciclagem constante do conhecimento adquirido”, diz o diretor.

Veja abaixo sete dicas para turbinar a carreira de web designer:

1 – Estude de graça por meio da internet – A formação acadêmica é sempre válida, mas assim como acontece em outras profissões, o web designer necessita de reciclagem de conhecimento para estar sempre por dentro das novidades da área. Conteúdo sobre o assunto pode ser encontrado em tutoriais no YouTube, fóruns, comunidades em redes sociais e sites oficiais de desenvolvedores de software.

“Nem sempre os melhores profissionais são os que possuem uma ótima formação acadêmica. Há muito conteúdo grátis sobre o assunto na internet. Hoje, conheço pessoas autodidatas que atuam na área e são muito boas no que fazem”, diz Fortes.

Segundo o diretor, uma programadora que atua em sua empresa é formada em artes plásticas e aprendeu as técnicas de web designer por meio de vídeos, apostilas digitais e pesquisas em diversos sites especializados. Apesar da facilidade, Fortes diz que nem todas as empresas contratam profissionais sem formação acadêmica na área.

Além da reciclagem de conhecimento, o diretor acredita que vasculhar conteúdo sobre a profissão na internet ajuda a atualizar os conhecimentos do aluno durante a faculdade.

“Muitas instituições de ensino não conseguem atualizar a grade curricular em relação à velocidade do mundo tecnológico. O aluno precisa acompanhar o que acontece neste cenário, principalmente o que ocorre nas redes sociais”, diz.

2 – Seja um “heavy user” – Ser um usuário compulsivo de internet e smartphones, tablets e redes sociais ajuda a entender o ambiente de trabalho e assimilar como tudo funciona.

“Quando o trabalhador conhece a área como profissional e também como usuário fica mais fácil para absorver a necessidade de quem irá visualizar a página e também quem requer o desenvolvimento do projeto, além de saber com quais áreas terá mais afinidade”, diz Fortes.

3 – Estude PHP e banco de dados ao máximo – De acordo com Fortes, a linguagem de programação PHP irá demorar a ser substituída. Linguagens com enfoque em dispositivos móveis como Android e iOS também são muito requisitadas. “Há dificuldade para contratar profissionais no Brasil com formação nestas ferramentas”, diz. Ainda de acordo com o diretor, conhecimento em MySQL, Oracle e MSSQL é um diferencial.

4 – Torne-se um craque no pacote Adobe – Os softwares da Adobe possuem ferramentas avançadas para criar páginas da internet e outras mídias. O pacote Creative Suite, por exemplo, possui softwares para a criação de aplicativos para Android, BlackBerry, iOS e conteúdo HTML5 e edição de vídeos. “Trabalhar com diversos formatos só aumenta a audiência e exposição do projeto do cliente”, afirma Fortes.

5 – Evite os templates prontos – Segundo o diretor, sites prontos comprados pela internet são usados por profissionais iniciantes e devem ser evitados.

“As pessoas procuram por estes arquivos por serem templates baratos, custam em torno de 100 dólares, mas vários sites usam o mesmo visual e isso não é legal. Além disso, o profissional encontrará dificuldade em editar a página para incluir algumas funções, como interações sociais e gerenciamento de conteúdo”, afirma.

De acordo com Fortes, um site personalizado desenvolvido integralmente com um web designer pode custar de R$ 3 mil até R$ 20 mil.

6 – Aprenda a usar o Google Analytics – A ferramenta do Google é ótima para acompanhar a audiência do site, saber a eficiência dos recursos de marketing, verificar a origem dos internautas e checar o que o usuário busca dentro da página.

7 – Amplie seu networking – Conhecer outros profissionais da área é uma maneira de adquirir conhecimento sobre novas ferramentas e esclarecer possíveis dúvidas. “Para as pessoas que trabalham remotamente, que é muito comum nesta área, é necessário estar sempre conectado por meio de mensageiros e redes sociais para manter contato com os colegas de trabalho”, diz Fortes.

Fonte: INFO

Sou bacharel em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (Alagoas), especialista em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela Univ. Gama Filho (UGF) e pós-graduando em Gestão da Segurança da Informação pela Univ. do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Tenho interesse por todas as áreas da informática, mas em especial em Gestão, Segurança da Informação, Ethical Hacking e Perícia Forense. Sempre disposto a receber sugestões de assuntos para criar uma postagem.

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