Pentágono vê progresso e desafios na guerra cibernética – 17/04/2012 – Reuters

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COLORADO SPRINGS, Estados Unidos (Reuters) – O Pentágono está fazendo progresso no desenvolvimento de armas para seu mais recente campo de batalha -o ciberespaço- mas continua enfrentando desafios financeiros, de tecnologia e de direcionamento, afirmou uma autoridade nesta semana.

O tenente-general Michael Basla, da força aérea norte-americana, vice-comandante do Comando Espacial da Força Aérea, disse a executivos do setor de tecnologia na segunda-feira que as forças armadas estavam abordando o trabalho quanto à capacidade de guerra cibernética da mesma forma que abordariam qualquer outro sistema de armas importante.

“Obtivemos progresso mensurável em capacidades ofensivas e defensivas”, ao longo dos últimos 12 meses, declarou Basla em uma conferência sobre pesquisas espaciais.

Ele falou sobre equipes de “caçadores” cibernéticos e mencionou diversos programas novos -tudo isso como parte de um novo esforço do Pentágono para tratar com mais transparência o trabalho de guerra cibernética e de defesa contra os ataques diários aos seus sistemas de computadores.

Um relatório histórico dos serviços de inteligência norte-americanos, divulgado em novembro, informava que a China e a Rússia estão utilizando técnicas de espionagem cibernética para obter segredos comerciais e tecnológicos norte-americanos. Na semana passada, o diretor de inteligência do Comando Cibernético das forças armadas dos Estados Unidos descreveu uma “corrida armamentista mundial para a guerra cibernética”, que ele acredita estar se acelerando.

Basla afirmou que Washington estava vigilante quanto ao desenvolvimento da capacitação cibernética na Rússia e China, e que o governo norte-americano havia deixado claro que se reservava o direito de proteção contra ataques cibernéticos, da mesma forma que contra qualquer outro tipo de ataque.

Ele afirmou que os dois países claramente eram responsáveis por penetrações em redes norte-americanas.

Basla disse que as ameaças mais graves poderiam significar que a área cibernética seja uma das poucas a ver aumento de gastos nos próximos anos, ainda que os gastos militares norte-americanos devam cair em 487 bilhões de dólares pelos próximos 10 anos.

Fonte: UOL

Sou bacharel em Sistemas de Informação pela Estácio de Sá (Alagoas), especialista em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela Univ. Gama Filho (UGF) e pós-graduando em Gestão da Segurança da Informação pela Univ. do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Tenho interesse por todas as áreas da informática, mas em especial em Gestão, Segurança da Informação, Ethical Hacking e Perícia Forense. Sempre disposto a receber sugestões de assuntos para criar uma postagem.

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